
SIDNEI PRADO
terça-feira, 14 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
JESUS NA BAHIA
Estavam um carioca, um paulista e um baiano num boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros:- Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.- Tás brincando! - dizem os outros.- Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta: - Mermão, digo, Senhor, Tu é Jesus Cristo, não é verdade?- Eu? Que idéia!- Eu acho que sim. Aí, tu és Jesus Cristo.-Já disse que não! Mas fale mais baixo.- Pô, eu sei que tu é Jesus Cristo.Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho: - Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não digas à ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.- Tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí brother, digo, Senhor!- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu terei que passar a tarde fazendo milagres.O carioca tanto insiste, que Jesus Cristo põe a mão sobre o seu joelho e cura-o.- Pô, valeu! Ficarei eternamente grato! Agradece, emocionado, o carioca.- Sim, sim! Não grites e vai-te embora e não contes a ninguém.Logo em seguida, chega o paulista...- Aí meu, o meu amigo disse-me que és Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro. Cura-me!- Não sou Jesus Cristo! Mas fale baixo.O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.- Ô lôco meu! Obrigado mesmo! - agradece, emocionado, o paulista.- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.Mas, Jesus Cristo bem o viu contando a história aos amigos e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele. O tempo foi passando e nada.Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a mão sobre o ombro do baiano, começou a perguntar:- E tu, não queres que... O baiano levanta-se de um salto, afastando-se dele:- Aê, meu Rei!... Tira as mãozinhas de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica... não atrapalha...
QUE NOME DAREMOS?
A garota vai à primeira festa de sua vida. Com medo dos avanços dos rapazes, pede conselhos à mãe, que lhe diz:- Se os rapazes começarem a insistir muito, minha filha, pergunte: Que nome vamos dar à criança. Isso vai fazer com que eles desistam.Assim foi. No meio de uma dança um rapaz diz:- Vamos para o jardim atrás da piscina, gata?Ela vai, mas quando o moço começa avançar, ela pergunta:- Que nome vamos dar à criança?O rapaz a olha com surpresa, diz que esqueceu a carteira no bar e sai de fininho.Uma hora mais tarde repete-se a cena com um outro rapazinho.Igualzinho. Quando ela pergunta qual será o nome do filho, ele fica de pés frios e vai-se embora.Mais tarde, chega um mineirinho come-quieto. Vai com ela para o jardim. Começa com beijinho aqui, beijinho ali, apalpa-lhe o peito.Ela pergunta:- Que nome vamos dar à criança?Ele continua e abre o vestido dela.- Que nome vamos dar à criança?Ele chupa o peito direito.- Que nome vamos dar à criança?Ele tira o vestido e a calcinha dela.- Que nome... ahhh... vamos dar... ahhhh... à criança?- Ahh...Ahhhhhh...Ahhhhhhh... Que nome vamos dar à criança?Depois de acabarem, ela pergunta mais uma vez:- E agora, qual vai ser o nome do nosso filho?Ele, triunfante, tira o preservativo, bem devagar, levanta para o alto, dá um nó firme e diz:-Se ele conseguir sair daqui, vai se chamar Magayver.
CONVERSA DE DUAS CRIANÇAS NOS DIAS ATUAIS!!!!
- E aí, véio? - Beleza, cara? - Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas. - Quer conversar sobre isso? - É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe? - Como assim? - Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém? - Nunca. - Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara? - Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá? - Hmmmm , pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha? - Como assim, véio? - Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode! - Calma maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas. - Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe. - Tipo o quê? - Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim , do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano! - Caramba! Mas por que ela fez isso? - Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu. - Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara. - E sabe a Francisca ali da esquina? - A Dona Chica? Sei sim. - Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor. - Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender. - Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora. - Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho. - Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal. - Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo. - É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua. - Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe? - Puta que pariu, é mesmo! Tô mais fudido que puta em promoção!!
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